Um dos grandes (re)lançamentos recentes é a edição de aniversário de Thriller, a obra-prima de Michael Jackson. É de 1982, tempo em que Michael era um artista, e não essa coisa, digamos, ambígua e polimórfica que se tornou. E querem saber? Era um artista e tanto. De repente um link mandado por um amigo leva o colunista até essa preciosidade aqui:

E eis que, imediatamente, o colunista berra, a plenos pulmões: “MEU REINO POR UM MEGADRIVE!”

Ah, que nostalgia do Moonwalker:

Lembram? Isso, queridos leitores, ISSO É ANOS NOVENTA!

(Esse post contou com a colaboração de Gustavo Veiga)

Não é o que diz o clichê?

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Aos roqueiros, indiessauros e pessoas com bom senso de plantão, aqui vai um recadinho.

Se você tem amor ao seu bolso, não está afim de agüentar vendedores de má vontade (e, não raro, petulantes) e quer ser atendido por alguém que já ouviu falar do Felt ou do Arthur Lee, tenha uma coisa em mente:

QUEM TEM NUVEM NOVE NÃO PRECISA DE MODERN SOUND.